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Comentários do Artigo Transgênicos do Bem

02/02/2016

Prezado Sr. Graziano,

Foi com grande satisfação que li seu artigo no Estadão esta manhã a respeito da experiência conduzida em Piracicaba com a linhagem OX 513A desenvolvida pela Oxitec. É incrível que diante de mais uma ameaça da qual o Aedes aegypti é o vetor, aqueles que deveriam nos proteger, e também  a imprensa, ficam debatendo aspectos tolos, perfunctórios e que não contribuem em nada para resolver o problema.

Provavelmente, nossos políticos venham a preferir o caminho de gastar bilhões mobilizando exércitos de caçadores de mosquitos e gastando outros tantos bilhões com toneladas de inseticidas e repelentes. Os inseticidas e os repelentes terão resultados efêmeros e deixarão efeitos colaterais. Os bilhões deixarão efeitos permanentes, - positivos para poucos, negativos para a maioria, como sempre.

Espero que os ingleses da Oxitec tenham êxito (parece que já tiveram) e que nossas autoridades e gente de bom senso, se é que as temos nos lugares certos, prestem mais atenção no que se está a tentar em Piracicaba.

Parabenizo-o também pela conclusão de seu artigo. Cristalina lucidez.

Atenciosamente,

Luis Eduardo R. Caracik

 

Caro Xico Graziano,

gostaria de parabenizá-lo pelo brilhante artigo, "Transgênicos do bem", publicado no Jornal O Estado de S. Paulo.

Um grande abraço,

Arnaldo Jardim - Deputado Federal licenciado, atual secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

 

 

Caríssimo Xico Graziano,

Gratíssimo por seu artigo, Transgênico do Bem, de um didatismo que encanta.

Você nos proporciona deliciosas aulas com seus artigos e nesse embalo repasso-os a amigos distantes que não têm acesso ao jornal O Estado de S. Paulo.

Orgulha-me ter “um amigo” com esse valor que você tem.

Afetuoso abraço.

Cardoso

 

Caro Xico Graziano,

 

Gostei muito da sua matéria no Estadão. Acredito que existem transgênicos e transgênicos...

Minha preocupação é no caso do uso da biotecnologia com a finalidade exclusivamente comercial, para venda casada de sementes, herbicidas e serviços contribuindo para utilização em grande volume de agrotóxicos, caso da soja RR. O que isso gerou? Novas plantas daninhas ultraresistentes. E o que mais? Danos ambientais diretos. Pois como se sabe, roundup não se pode beber como era propagado por alguns na ânsia da defesa do "inócuo" glifosato (antes até faixa verde). Veja, agora que o RR não segura mais a onda vem aí a soja RR x 2,4-D... (favor consultar relatório recente da CTNBio) Que delícia! E depois? RR x 2,4-D x TNT? Brincadeiras a parte, acredito que devemos ter mais cuidado com quais transgênicos queremos na nossa vida. Mas certamente, outros problemas vem ainda antes deste. Pois nem mesmo existe fiscalização eficiente para a utilização dos agrotóxicos permitidos nas culturas convencionais... E o problema avança até sobre os produtos orgânicos, teoricamente livres de agrotóxicos... Durma-se com um barulho desses. E para terminar, acredito que a história do Professor Tayrone Hayes com a Syngenta trás um pouco de cor a essa relação de interesses conflituosos das industrias de agrotóxicos/sementes/remédios/etc.

Em tempo, não sou contra transgênicos.

http://revistapiaui.estadao.com.br/materia/sapo-de-fora-nao-chia/

Abraços,

Daniel

 

Prezado Xico Graziano,

Parabéns. Como os bons vinhos, você está cada vez melhor.

Grande abraço,

Portugal

 

Obrigado mestre Xico pelo envio desse seu precioso artigo.

De maneira simples, sem floreios, trata o assunto transgenia de maneira que os ambientalistas céticos que vivenciam o “acho que” sem saber bem o porque acabem por mudar de lado ou se calarem.

Voltando a carga – seus artigos são verdadeiras perolas. Não as manche com essa palavra abominável – agrotóxico, termo criado pelo Lutzsemberg na ansia de aparecer. Uma mentira repetida várias vezes acaba por virar uma verdade. Não podemos concordar com isso.

Parabéns e um abraço

Casale

 

Prezado Xico Graziano

Parabéns!

Esclarecimentos claros desta fundamental ferramenta para o desenvolvimento da produção de alimentos, agora sendo usado para a saúde é muito importante para a opinião pública permitir o rápido desenvolvimento nacional. O Brasil precisa ocupar o seu lugar no cenário mundial.

Atenciosamente

Celso Mizumoto

 

Excelente noticia e excelente artigo.

Só falta agora os imbecis do governo do PT implicarem pelo fato de a empresa não ser brasileira e exigirem conteúdo 100% nacional (uma reedição sem fim do conceito “a miséria é nossa”).

Abs.

Roberto Salles Zancaner.

 

Cara Xico, mais uma vez uma bela lição a muita gente. Os radicais são assim e não aceitam discussões em busca de verdades. São fanáticos. Artigos, trabalhos assim, fazem pensar.  O difícil é que pensem com a mente aberta. A ciência sempre tem respostas. Estive por lá: no nordeste, na Bahia, a coisa é feia e não se vê iniciativa firme para acabar com o aedes. Muita demagogia, como sempre e nada de objetivo, de ciência como se está fazendo em São Paulo.

Paraguassu

 

Xico,

Bom dia. Parabéns mais uma vez.

Você é um dos pioneiros nesta luta contra o atraso no campo.

Nada como um dia depois do outro!

Um abraço,

Eduardo.

 

Prezado Colega Engenheiro Agrônomo Chico Grazianno, Boa tarde!

Li e reli por várias vezes, alguns trechos do vosso artigo intitulado: "Transgênicos do Bem", recebido pelo SENAR (Adm. Central). Fiquei, realmente, impressionado com a maneira fácil, de diálogo simples, para demonstrar o óbvio daquilo que muitos "naturalistas" ou "ambientalistas de carteirinha", não querem ver. Muito bom o seu artigo e de uma inteligência impar. PARABÉNS! Continue nos presenteando com lavras dessa magnitude. É só através de matérias esclarecedoras e de fácil entendimento como essa, que nossa sociedade precisa conhecer para poder obter o discernimento necessário do que é certo e errado.

Com respeito e consideração.

Figueiredo

 

Prezado  Xico,

Tomo a liberdade de lhe escrever para parabenizar pelo brilhante artigo de opinião publicado hoje no Estadão. Você foi preciso e deu o recado bem dado.

Se me permita discordar, apenas não gostei do título “transgênicos do bem”, muito embora eu possa entender a sua intenção em chamar atenção do leitor comum para o outro lado da questão.

Há muita coisa interessante vindo no futuro relacionado a biotecnologia que deixará esses ambientalistas ideológicos numa sinuca de bico. Um exemplo seriam as plantas com gene de resistência à seca contribuindo não só para o meio ambiente, como para redução da pobreza em tempos de mudanças climáticas.

Em relação aos queijos, eu acrescentaria os queijos produzidos Brasil afora pela agricultura familiar, pois desconheço quem não use o coalho no seu processamento.

Além disso, um outro ponto interessante nesse debate é em relação ao choppinho ou a cerveja que os ambientalistas tomam toda sexta-feira na zona sul do Rio para criticar os transgênicos. Se quase 90% do milho produzido no Brasil é GMO e a grande maioria das cervejarias utiliza o milho na cota dos cereais não maltados (e assim não há necessidade de rotular), certamente boa parte da cerveja que esse povo bebe também tem GMO.

Enfim, bons pontos para um debate na mesa do bar. Desculpe-me se me alonguei, mas gostei do tema e do seu posicionamento nessa luta contra a ideologiazação da ciência.

 

Abraços

Daniel Trento

(Pesquisador da Embrapa)