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Comentários do artigo "Efeito estufa do arroto bovino'

26/10/2016

Xico, genial o seu texto sobre o efeito estufa do arroto bovino.

Não sabia que você tinha voltado a escrever no Estadão. Muito legal.

A matemática do ensino fundamental ajuda a explicar muitas coisas tidas como complexas pelo debate ideológico.

Abração!

Guto

 

Meu caríssimo Xico Graziano,

Agrada-me muitíssimo receber seus artigos, bem fundamentados, em linguagem escorreita, esclarecendo- nos tantas dúvidas.

Só me interessa texto com o qual aprendo um pouco mais, seja interligado ao lirismo, à ficção e, principalmente, texto que esclarece, que propicia um passo à frente.

Repassarei a amigos que também apreciam sua palavra. Continue produzindo suas pérolas.

Boa sorte!

Abraço.

Cardoso

 

Prezado Xico Graziano.

Meus cumprimentos pelo oportuno artigo. O objetivo desses “ambientaleiros” que estão a serviço da concorrência externa é atrasar o nosso desenvolvimento ou ao menos elevar o custo da nossa produção.

Logo vão sugerir um escapamento no c. de cada vaca, sempre com o patrocínio da nefasta ONU, promotora do esquerdismo e da ditadura do politicamente correto no mundo.

Agora a bola da vez são os esportes e atividades tradicionais praticados com cavalos, cuja militante mor é uma artista fracassada chamada Luiza Mel.

Enquanto perdemos tempo e dinheiro discutindo e rebatendo esses absurdos, os financiadores do atraso progridem.

Saudações.

José Luiz de Sanctis

 

Oi, Xico.

Adorei a maneira como você escreveu o artigo, bem humorado e de fácil entendimento para qualquer público   Parabéns. 

Mas devemos levar em consideração que a degradação das pastagens no Brasil é um fator de emissão importante e que, apesar das pastagens sequestrarem carbono e também sistemas de ILP, há de se considerar que a realidade das condições das pastagens não é lá muito boa, a Embrapa afirma que cerca de 50% das pastagens no Brasil estão em algum nível de degradação.  E o que falar do sistema americano de produção de carne em confinamento?

Concordo que a pecuária não é a vilã,  mas também tem a sua parcela nessa conta, não é? 

Abraço, 

Daniela Teston

 

Estimado Xico Graziano,

Gostei do seu artigo hoje no Estadão.

Quando fala da fazenda fiquei remontando em minha memória pois sou amigo do seu filho `Toddy` e conheci uma fazenda em Araras que era sua (com trampolim na piscina)....risos.

Mas falando sobre seu interessantíssimo artigo, gostaria de adicionar alguma coisa:

Você sabia que as grandes vilãs tanto do aquecimento global, quanto da poluição do ar são as plantas industriais ?

Eu trabalho com válvulas e segundo dados da agência de meio ambiente americana (EPA), 60% das emissões fugitivas de VOC's (volatéis como metano) ou HAP's (tóxicos, como benzeno) nas plantas ( refinarias de petróleo e petroquímicas) vem de válvulas.

E quase ninguém discute isso no Brasil !!

Estamos trabalhando neste sentido de consciência aqui no Brasil com CETESB e Petrobrás, mas apenas para somar ao seu conhecimento este dado.

Ou seja, carros ou ruminantes ou humanos (rs. muito bom seu artigonão chegam nem perto da emissão de metano ou outros poluentes pelas plantas industriais (papeleiras, refinarias, petroquímicas, produtoras de gás).....

Alguns dados da EPA para vosso conhecimento apenas do mercado de óleo e gás:

-O maior emissor de metano (33%) são as plantas mencionadas acima.

-Estima-se que as plantas de petróleo e gás joguem nos EUA 1.7 Milhões de Toneladas anuais de Metano na atmosfera.

Isso sem falar em Benzeno, Hidro sulfetos....

Grande abraço,

Camilo Menezes Umpierrez

 

Caro Xico.

Parabéns pela matéria e, curiosidade de sua filha.

O nível de desinformação hoje é grandioso.

A desconstrução de valores por parte de ONGs e esquerda, é grandiosa.

Guardei sua matéria para combater os "mal informados, mal intencionados".

Abraço

Elio Micheloni Jr.

 

Sr. Xico Graziano, 
Acrescento à sua coluna que para "produzir" um boi são necessários um touro e uma vaca e para produzir um automóvel são necessárias milhares de empresas altamente poluidoras como mineradoras, metalúrgicas químicas, petroquímicas, transportadoras etc.
Abaixo uma das cartas que já escrevi ao Estadão e para outras pessoa como o Sr Washington Novaes que ecoa às sextas essa bobagem.

Abs

Victor Hugo

 

Prezado senhor , 

Metano tem a fórmula química CH4 .

A espécie NH4 não existe na natureza desta forma. Existe um íon , chamado íon amônio que é o NH4+ , mas existe na forma de sais , tal como o cloreto de amônio NH4Cl.

Atenciosamente,

Elder Magalhães de Souza

 

Caro Xico

Faz tempo que não ouço falar de você. Gostei do seu artigo. Sobre o assunto costumo usar outros dois raciocínios que ajudam a mostrar os erros do IPCC.

1 - Se não existisse boi e gente mas só leões e gnus, zebras e búfalos, o resultado em termos de aquecimento global seria o mesmo. Os herbívoros comem a grama e os carnívoros comem os herbívoros. Os dois sistemas estão em equilíbrio. Em nada mudam o clima, já que a amônia emitida desaparece sozinha no curtíssimo prazo de 14 anos.

2 - O que muda o clima é o consumo de carvão e petróleo. São materiais fósseis armazenados a milhões de anos que são liberados na atmosfera.

Do ponto de vista da economia a pergunta é: quanto custaria usar só energia solar ou eólica no lugar de petróleo e carvão.

Abs

Antônio Carlos Macedo

 

Caro Sr. Graziano, agradeço a matéria esclarecedora. Simples e clara. A questão é como mudarmos estas "memes" que são disseminadas de forma rasa e manipuladora.
Abraços,

Claudio Furusho

 

Xico, se me permite assim chamá-lo, bom dia.

Há muito não nos vimos, mas estivemos próximos quando estavas na SMA SP, onde além de eu apoiar o regimento proposto por ti, alterando a "máfia do Consema", como tbm te auxiliei na política mineraria no Vale do Paraiba.

A caminho de SP - usando ônibus/metro/táxis - para reunir-me com o Italo Mazzarella na consultoria Gaia, deparei-me com o seu editorial no Estadao de hoje que parabenizo.

A muito não me considero um ambientalista, pois por eles nunca fui muito bem quieto por contrariar certos pre conceitos descabíeis, infundados, e em sua maioria surreais. Hoje acabei me auto-intitulando como um "Sustentabilista". Afinal, não sou radical como os "Naturalistas" da primeira geração, como tbm não sou "Ambientalista" os playboys da modernidade da segunda geração kkkkkk

Adorei seu texto "O Efeito Estufa do arroto bovino". Aprendi um pouco mais contigo
Abraço

Jeferson R de Oliveira

 

Prezado Sr. Graziano,

Bom dia.

Li o seu artigo e mais uma vez algumas perguntas não querem calar: A quem interessa essa teoria do aquecimento global? Quem está por trás? Interessante quando as grandes potências eram exportadoras quase que únicas estava tudo bem, agora que nações como o Brasil concorrem com elas, aí o desenvolvimento agropecuário passa ser danoso à humanidade. Enquanto a produção de CFC era monopólio de uma grande multinacional ele era um ‘santo’ quando a patente estava para vencer e qualquer empresa poderia fabrica-lo o mesmo passou a ser danoso ao ambiente, mais especificamente à camada de ozônio.  Muito estranho. Aliás essa teoria do aquecimento global me parece um dogma e se esquece que o nosso planeta como o conhecemos hoje não tem nada haver com outras eras, afinal de contas o universo é dinâmico e como tal o planeta terra também o é. Só a título de exemplo, o rio Amazonas já correu para o oceano Pacífico e deixou de faze-lo quando os Andes surgiram.

Atenciosamente,

Sebastiao Kengen

 

Parabéns Xico! Neste você se superou!

Abraço

Lineu

 

Caro amigo Xico,

Excelente. Os resultados mais recentes da pesquisa brasileira estão apontando que a nossa pecuária não é tão poluidora como dizem os adeptos do IPCC, aliás de problema ela poderá se tornar parte da solução com as tecnologias do ABC, especialmente a ILP e a ILPF.

Grande abraço,

RT

 

Xico

Você tem toda razão, mas nem por isso devemos acabar com a humanidade para evitar a “flatulência”.

Porém não entendo as análises desse IPCC quando apenas leva em conta as emissões e não o balanço liquido de emissões menos captações(imissões)

Pois isso é o critério com que se faz em qualquer análise séria,

Veja o caso do gesso calcinado utilizado desde a indústria siderurgia , civil e farmacêutica.

O processo de calcinação libera grande quantidade de dióxido de carbon, mas se levar em conta a fotossintese na produção vegetal que produz a lenha queimada na fornalha, o balanço é quase neutro, a maneira correta de verificar o efeito estufa da produção da cal.

Isso se verifica em inúmeros processos industriais, inclusive na produção de álcool e açúcar.

Uma coisa é ciência e outra bem diferente é fanatismo ideológico...!!!

abs